MEU KANTINHO

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O que expresso hoje é minha revolta

O assunto é amplamente complexo e justamente por isso dá margens a diversas interpretações e ou julgamentos  ortodoxos ou não. É o caso da Amazônia que desperta tanto interesse a vários países , focada pelas mais de 15.900 ONGS – a maioria dedicada à religião, e as restantes em preservar o meio ambiente, combater desmatas e incêndios.

Dentro desse contexto, 68 deputados de vários países europeus e bancadas, assinaram uma carta, dirigida ao Vice Presidente  Hamilton Mourão contra uma proposta do Conselho Nacional da Amazônia Legal para a criação de um marco regulatório para organizações não governamentais (ONGs) que atuam na região.

A proposta foi revelada no início deste mês pelo jornal O Estado de S.Paulo, que teve acesso a documentos do Conselho da Amazônia, que é presidido por Mourão.

A carta destaca a importância de organizações não governamentais no combate ao desmatamento, à proteção do meio ambiente e na promoção do desenvolvimento sustentável da Amazônia e mostra ser contra a proposta regulatória.

O general Hamilton Mourão, rebate afirmando  que “Quem teve acesso à parte dessa documentação – porque essa documentação não foi distribuída em caráter público, ela é uma documentação interna de planejamento estratégico do Conselho – teve uma interpretação errada a respeito dessa questão de marco regulatório para organizações não governamentais”, disse. “Essa questão de marco regulatório das organizações não governamentais não passa por nenhum estudo mais sério nesse momento.”

Até aí, tudo bem. É uma questão a ser discutida entre eles apontando o fato de que se houve “vazamento” de parte dessa documentação, houve falha no Conselho e ainda a consideração de que informações podem, a critério do divulgador, serem “construídas”.

Mas o que importa – pelo menos a mim – é que mesmo tendo essa quantidade imensa de ONGS na Amazônia,  parece não terem tido sucesso em seus trabalhos que tão veementemente afirmam.

Não se teve notícias que  essa ou aquelas ONGS tivessem feito isso, ou aquilo impedindo desmatas; não se ouve falar do tal desenvolvimento na região ou preservação do meio ambiente e sustentabilidade, quando elas mesmas afirmam a continuidade dos problemas.

Pelo tempo que ali estão atuando, a Amazônia deveria estar bem preservada e livre dos problemas que tanto criticam. E por que não está? No que estiveram trabalhando?  O quanto de desmatas evitaram? Qual o progresso de proteção ao meio ambiente?  Por que não apresentam uma estatística do que fizeram nesse sentido? Ou o povo da Amazônia só precisa de religião?

Mourão, se criar mesmo essa medida regulatória, deverá ser benéfica, já que as ações de que essas ONGS falam não têm tido projeção como feitas ou positivas.

Não teriam elas outros objetivos como compras de áreas, exploração de minério, petróleo e imensa biodiversidade amazônica, coisa que em seus países não tem?

Não acredito serem esses países “tão interessados na preservação da floresta amazônica brasileira”. Se assim fosse, como já disseram muitos, estariam preocupados em reflorestarem suas terras. Mas será que as terras deles têm o que as nossas tem?

As perguntas acima é que me incomodam. E se Mourão moralizar essa condição como deve ser militarmente com bom senso mas com rigor, aí sim acredito ser a Amazônia preservada em seus mais de 500km de fronteiras.

Meus amigos, o que expressei é de meu pensamento. Tenho liberdade para isso e tenho comigo o dever cívico de ser brasileiro e por ele lutar. Pode até ser considerado inválido o que penso,  mas na impossibilidade de FAZER, eu FALO.

 

 

 

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