O Galo Cantou…

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Coisas de eleição!

Será que pode? – Complentar o número de candidatos a vereadores, aplicando o percentual de 30% para mulheres,  é problema sério se não houver cumprimento real das normas. Por exemplo, em Iturama, duas candidatas que possivelmente só emprestaram seus nomes, tiveram 0 (zero) voto. Não votaram nem nelas mesmas. Isso pode? Pode configurar fraude e por isso parece que já “mexeram na caixa de marimbondos”. O que vai dar?

O que diz o STE? – Segundo o Supremo Tribunal Eleitoral, se comprovar fraude na cota de gênero, toda a chapa poderá ser cassada. Se isso acontecer, todo o Partido e seus integrantes candidatos serão prejudicados e o que foram eleitos, sujeitos a perderem pelo que lutaram.

Como justificar? – Será que vai valer os argumentos de que: “tive que viajar urgente”; “fiquei doente e por ser sozinha não tive como ir ou alguém me levar”; ou “fiquei com medo do Covid 19”; “desisti da campanha e não votei”; “errei o meu número”, e outras explicações? Isso pode explicar mas não justificar. Vamos ver a batalha judicial no que vai dar.

Prejuízo e decepção! – Se isso acontecer, os candidatos, eleitos ou não, correm sério risco. Muitos sofrerão as consequências de um erro. O Partido esqueceu-se de orientar as candidatas ou pegar com elas o termo de desistência se foi o caso? Muitos candidatos lutaram durante toda a campanha, imbuídos de boas intenções. E agora? O amanhã dirá! Aguardemos!

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