Abílio Ferreira carrega consigo a história de um arquiteto negro escravizado no século XVIII, e seu objetivo é torná-la conhecida. Tem dado certo. Joaquim Pinto de Oliveira, mais conhecido como Tebas, está prestes a ser homenageado com uma estátua no Centro de São Paulo. A obra ficará perto de um dos templos católicos que Tebas construiu, a Igreja da Ordem Terceira do Carmo, que pode ser vista no vídeo acima.

“A pesquisa sobre o Tebas, para mim, tem a ver com essa leitura da paisagem de São Paulo, desde o meu ingresso no movimento da literatura negra. Eu comecei a desenvolver uma série de narrativas sobre a cidade de São Paulo, de forma que a cada informação nova existe essa leitura sobre quem nós somos, como população descendente de africanos e indígenas. População que raramente aparece nas narrativas presentes na paisagem paulistana ou das grandes cidades”, diz Abílio, pesquisador da história de Tebas.

 

 

 

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