Padre de Uberaba é excomungado da Igreja Católica Apostólica Romana

Comunicado sobre José Lourenço da Silva Júnior foi divulgado pela Arquidiocese na quarta-feira (3), alegando que ele cometeu delitos. Em 2018, ele já havia sido demitido do estado clerical. Produção da TV Integração e G1 procuraram o ex-padre.

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A Arquidiocese de Uberaba divulgou, na quarta-feira (3), que José Lourenço da Silva Júnior, mais conhecido como padre Júnior, foi excomungado oficialmente da Igreja Católica Apostólica Romana. Em 2018, ele já havia sido demitido do estado clerical e dispensado das obrigações sacerdotais, inclusive, do celibato.

A produção da TV Integração e a reportagem do G1 entraram em contato com José, que se posicionou sobre o assunto (veja abaixo).

Segundo o Decreto de Declaração de Censura de Excomunhão, a decisão ocorreu após a Cúria Metropolitana tomar conhecimento sobre a entrada de José Lourenço da Silva Júnior na Igreja Católica Apostólica Brasileira (ICAB).

No documento, também consta que a demissão do estado clerical em 2018 ocorreu por causa de “delitos que foram irrefutavelmente comprovados pela Congregação para o Clero”. Na época, ele não foi expulso da Igreja Católica e deixou de ser reconhecido como padre, mas permaneceu no estado de leigo. Os delitos os quais o ex-padre é acusado não foram divulgados, já que o processo é sigiloso.

“Elevemos nossas orações para que o ora declarado excomungado, retorne à plena comunhão da Igreja Católica Apostólica Romana e não conduza os fiéis de Cristo católicos ao erro, dizendo que as celebrações que porventura efetuar têm valor de Sacramento como entendido pela Igreja Católica Apostólica Romana. Em decorrência disso, tornamos pública essa declaração, para que ninguém possa se dizer ignorante das normas eclesiásticas e tome ciência do delito de excomunhão cometido por ele, e de que o mesmo não mais pode celebrar os Sacramentos e os Sacramentais”, diz o texto.

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