Esse Pacote aqui? Não!

A Prefeitura de Uberlândia criou um pacote anticorrupção para combater fraudes na administração municipal, já pensaram se tivesse um “pacote” desse aqui? Iria um “pacotão” prá onde?

Quem é quem

A eleição de novo presidente da Câmara, assinalou também os que eram de lá e negaram fogo ao prefeito. No mínimo estão pensando em serem reeleitos, com esse “simples” gesto. Será que vai dar certo?

Troca-troca planejada?

Por que será que trocaram um vereador já “combinado” por outro que não estava “combinado”? Disseram que o que já estava “combinado” poderia ter um “ataque de consciência” e então “combinaram” com o outro, que por seu espírito “pacífico”, a tudo vai obedecer sem questionar.

 Já era sabido?

Pois é! A disputa pela cadeira de chefe na Câmara foi acirrada e deu empate. E os poucos assistentes do plenário cantaram a pedra antes de ser enunciado o resultado. E acertaram!  Já era “combinado” também?

O que se ouve nas ruas

Afinal, os comentários sobre o resultado e o futuro 2020, foram dos mais controversos. “Como será?”, “vai ser como em 2019?”, vai haver fiscalização ou o executivo vai nadar de braçada de novo?”, “É… vai continuar a rotina dos desmandos”, e por aí afora…

Conversa de gente falando por ai e que reportamos:

“Eu tô iscuitano que o Borsonaro é o curpado di tudo qui tá conteceno do Brasil. Desse jeitu daqui a poquim vai curpá êli du qui tá conteceno aqui na Iturama, di farta de lixêro, farta di remédiu na farmacinha, farta di cuidá das rua dos bairro, farta di pagá funcionariu mandado imbora, farta di caminhãum pra catá os lixo; farta di um onbus prá leva us doenti sem quebrá na istrada, a tar de Ituraminha pareci qui o homi num pagô, qui o homi tá certim e qui os trabaidô é qui tãum falano dimais,  qui tem pagamento atrazadu, qui vai sê eleitu di novo e cunsertá tudim, i mais um monti di coiza. Isso vai contecê? Cruiz credo!”

Como disse um ituramense:

“Sic transit gloria mundi”, que traduzido diz que “as glórias do mundo são transitórias”; “nada é permanente, tudo passa”. Sendo assim, vamos aguardar que o “poder supremo do “homi” de agora, seja amanhã, um passado a se esquecer, porque caso contrário, “relembrar o passado é sofrer duas vezes”.

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