sábado, 19 setembro , 2020

Após ofensas, discurso de Arthur do Val é interrompido por briga generalizada na Alesp

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© Reprodução/TV Alesp O deputado Arthur do Val (sem partido) no plenário da Alesp, momentos antes de uma briga interromper seu discurso

Depois de chamar petistas e esquerdistas de “vagabundos” reiteradas vezes, o deputado estadual Arthur do Val (sem partido), conhecido como Mamãe Falei, teve seu discurso interrompido por empurrões e agressões físicas no plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

“Levanta a mão quem é machão. Levanta a mão do líder sindical aí. Quem é lider sindical aí? Levanta a mão. Ta com medo? Quero ver me encarar, ô líder sindical. Eu quero pegar você. Eu quero pegar você, que toma o dinheiro dos trabalhadores. Bando de vagabundo”, discursou o deputado. Em seguida, o plenário foi invadido por um grupo de parlamentares e apoiadores, com o deputado Teonílio Barba (PT) à frente.

Os dois chegaram a erguer os punhos, indicando que trocariam socos. Barba foi puxado pelo paletó e afastado da tribuna, enquanto a cena se transformou em uma confusão generalizada. Arthur foi defendido pelo deputado do Novo, Heni Ozi Cukier, que levou empurrões e até uma mordida. Dezenas correram em direção ao grupo para apartar a briga.

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Depois de chamar petistas e esquerdistas de “vagabundos” reiteradas vezes, o deputado estadual Arthur do Val (sem partido), conhecido como Mamãe Falei, teve seu discurso interrompido por empurrões e agressões físicas no plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

“Levanta a mão quem é machão. Levanta a mão do líder sindical aí. Quem é lider sindical aí? Levanta a mão. Ta com medo? Quero ver me encarar, ô líder sindical. Eu quero pegar você. Eu quero pegar você, que toma o dinheiro dos trabalhadores. Bando de vagabundo”, discursou o deputado. Em seguida, o plenário foi invadido por um grupo de parlamentares e apoiadores, com o deputado Teonílio Barba (PT) à frente.

Os dois chegaram a erguer os punhos, indicando que trocariam socos. Barba foi puxado pelo paletó e afastado da tribuna, enquanto a cena se transformou em uma confusão generalizada. Arthur foi defendido pelo deputado do Novo, Heni Ozi Cukier, que levou empurrões e até uma mordida. Dezenas correram em direção ao grupo para apartar a briga.

“O contexto é o seguinte: o Enio Tatto subiu na tribuna e falou que a Janaína Paschoal sentou no colo do governador João Doria, o que é (uma afirmação) inadmissível”, disse ao Estado o deputado Arthur do Val. “Subi na tribuna para defender ela e expus algumas coisas que incomodaram”, disse, se referindo ao fato de que o tucano Cauê Macris, presidente da Alesp, foi eleito com o apoio do PT.

Macris chegou a interromper a fala de Arthur, após diversas provocações direcionadas à plateia, e pediu que o deputado não usasse termos como “vagabundo”. O presidente da Alesp manteve Arthur com a palavra, que seguiu com o discurso.

“O contexto é o seguinte: o Enio Tatto subiu na tribuna e falou que a Janaína Paschoal sentou no colo do governador João Doria, o que é (uma afirmação) inadmissível”, disse ao Estado o deputado Arthur do Val. “Subi na tribuna para defender ela e expus algumas coisas que incomodaram”, disse, se referindo ao fato de que o tucano Cauê Macris, presidente da Alesp, foi eleito com o apoio do PT.

Macris chegou a interromper a fala de Arthur, após diversas provocações direcionadas à plateia, e pediu que o deputado não usasse termos como “vagabundo”. O presidente da Alesp manteve Arthur com a palavra, que seguiu com o discurso.

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