O Galo Cantou

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“O Galo Cantou” canta hoje em forma de texto mais longo. A situação política de nossa cidade e delicada. Envolve fatos, atos, personagens, e na pretensão de ser “neutro” às infindas atitudes, apontadas, comentadas, prefere se pautar por sugestão como a de agora, com

 LUTA CONTRA A INJUSTIÇA SE É QUE HÁ!

“Aqueles que se consideram cristãos e se resignam complacentes nos triunfos da injustiça são mais injustos que os injustos; pois o que faz o mal tem pelo menos a coragem de fazê-lo, enquanto o que se torna cúmplice pelo silêncio faz o mesmo pecado com a covardia por acréscimo.”

Assim disse o filósofo francês Ètienne Borne. Se analisarmos bem e direcionando a frase ao sentido político local o quê podemos deduzir?

A política nacional está uma balburdia sem fim na luta entre a justiça e a injustiça. Pelo menos é o que vemos nos noticiários. Mas ali se vê também quem peleja para que haja harmonia, entendimento justo para os mais variados projetos e pareceres.

Mas e aqui? Só vemos reclamações sobre as injustiças praticadas pelo alcaide da cidade. São as mais variadas e conforme comentam, absurdas e danosas às pessoas, à economia do município, à imagem da cidade, e que avalizadas pelo poder legislativo, chega às raias do ridículo.É rotineiro ver nas redes sociais, um rosário imenso de reclamações. Por que, ao invés disso, não usar os direitos jurídicos se de fato observam e constatam a violação dos princípios da Administração Pública?

Uma ação em conjunto direcionada ao Ministério Público proveria investigação dos fatos, acarretando responsabilidades penais aos violadores desse princípio, que sejam eles prefeito ou vereadores.

Aliás, nesse caso, aos vereadores cabe a responsabilidade  fiscalizadora, um fato de relevante importância inerente às suas funções, que ainda, segundo os comentários, é omissa.

Para isso, há de se ver uma série de artigos em leis e inúmeros acórdãos, que um advogado experiente poderá usar, em casos de constatação de desvios, apropriação indébita, má aplicação do dinheiro público, omissões em saúde, educação, segurança, transporte e outros itens.

Uma denúncia, no caso, irá mostrar o interesse de fato em lutar contra as injustiças tão mencionadas e comentadas nas redes sociais.

Por fim, devemos, acho eu, agir com justiça, com equidade, e com boas intenções mesmo com aqueles que julgamos injustos. Para isso existe a Justiça dos homens, para agir a favor do que é certo.

Se está acontecendo os disparates tão enunciados e denúncias virtuais e até palavras injuriosas, não devemos nos abater pelos atos perpetuados e apontados, mas pelo contrário, temos que nos ater à justiça, de trabalhar por sua prevalência, porque querer não é somente dizer, “Eu quero”, é elaborar, é planejar com clareza como se vai agir.

Se não houver ações, estaremos nas mesmas condições em que disse Pio XII: “O futuro pertence aos enérgicos que esperam e agem com firmeza, mas não aos tímidos, aos indecisos, aos irresolutos”.

Portanto, meus amigos para atingir objetivos é preciso decidir e querer com vontade contínua e inflexível. O importante é agir para realizar projetos, para chegar a resultados. É trabalhar. É colocar pedra sobre pedra. É construir. Só assim se consegue resultados! Vamos agir? Respondam!

 

 

 

 

 

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