Já  tivemos épocas de bons dias, quando tudo andava bem. E entre o vai e vem de politica criamos uma rotina de vida: A de “deixa como está para ver como fica”. E com isso, nuvens, antes claras, se escureceram marcando nosso céu, como um presságio de desencontros, de perigos, de tempestade social. Ficamos como quem espera chuva: Será que hoje vem? E só ventos, as vezes alarmantes, as vezes calmos; algumas gotículas aqui de possíveis entendimento e em outros locais estragos.

Assim vamos levando a vida: Esperando sem certeza de que haja melhorias não só do clima que está sufocante, mas melhorias para nossa vida social, política e produtiva.

Nesse último caso, só estamos vendo tempestades no setor político e pior: Crise maldita entre governantes e parlamentares, que por nossos votos, são os gestores de nossa Pátria. Uma esperança praticamente perdida de melhorias nessa área considerando que ela – a nossa Pátria –  mesmo sendo “gigante pela natureza”, permanece impávida “deitada em berço esplêndido”, e nós, seus filhos, debatendo num tsunami de lama política, que não nos deixa chegar ao barranco do bem estar e da harmonia social e tão pouco sacudi-la de seu berço e fazer com que  erga com justiça a clava forte  para que lutemos e vencedores possamos, pelo sol de “raios fúlgidos” vermos iluminado um novo Brasil.

Mas, só estamos vendo a mídia gritando uma contra a outra apontando erros e acertos, os ministros como que omissos tardando providências e o povo se queixando. Não é  uma questão de momentos que em pouco acaba. Não é uma rajada de vento que vem e vai. É a realidade do estado que permanecendo, – pelo menos até agora – nos impede  cobrar o descaso, o descuido, a ganância por dinheiro, o egoísmo; a sede de poder, a improbidade, em vista de não sermos ouvidos, tornando utópica aquele versículo constitucional de que o “Poder emana do povo”.

Onde estão aqueles que podendo se unirem voluntariamente,  se posicionarem para resgatar nossos valores, nossa liberdade de ir e vir? Temos medo da violência reinante e operante!

Onde estão os tão os emblemáticos “salvadores da pátria”, que em campanhas badalam fortemente serem?

De que adianta os mutirões de voluntários para cuidar do meio ambiente, quando a sujeira política procura contaminar mais pessoas com a virose desses agentes públicos?

Manifestações isoladas, empáfia nas redes sociais, ideologias pró e contras, que resultado deram? A farra continua e a mídia aproveitando “ganchos” ou para alarmar e aumentar a negritude situacional, ou para com refinada

demagogia, pretender alargar mais ainda uma esperança mesclada de dúvidas.

Será que perdemos o exercício de nosso livre arbítrio? Ou não estamos sabendo usá-lo ou por preferir a omissão? Vamos caminhar assim sem a vigília de nossa personalidade, de nossa ética?

Quando muitos cuidam de sua vida, casa e trabalho e atentos para não cometerem erros, outros como que prevendo a morte, deixam transparecer a preguiça, a violência e o ódio, pouco se importando se causam algum mal, se fazem certo ou errado, se terá pelo menos um futuro melhor… Apenas querem o agora querem  o mais fácil. E isso é inaceitável. Não estão nem aí! São pessoas alienadas ao “vamos ver no que dá”.

E nesse “intermezzo” de incertezas e esperanças, o Brasil balança com fortes ventos bons e maus sopram alegrias e revoltas. Um sopra daqui e outro sopra dali. Vemos celebrações da esquerda e da direita. Queremos ver e sentir a brisa suave da liberdade, do respeito às partes e às opiniões; o fim da corrupção, a prevalência da Justiça. Queremos ver a abolição do negativismo, dos preconceitos, do racismo, da violência. Queremos a justiça social.

E assim também queremos uma Iturama melhor! Chega de desmandos. Chega de paternalismo. Chega de injustiças. Que Iturama seja reerguida ao seu pedestal de glória e não continuar sendo manchada por ingerência, por perseguições, por descuidos, e imaturidade.

Fora o autoritarismo! Que prevaleça a justiça social. Que prevaleça a boa e sadia ação administrativa, que prevaleça humanismo para que tenhamos alegria, harmonia, e podermos dizer a bom som: “Feliz de quem vive aqui”!

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