Um Grito no Silêncio – Parte 3 – Final

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Parte final deste Meu Kantinho

LEGISLATIVO – Legislativo e Executivo, são poderes independentes, mas mesmo assim, interligados. E por tal, deveria haver mais união, desprezando os questionamentos partidários ou de bancadas contra e a favor que só leva descontentamento à comunidade, colocando a credibilidade em jogo. É natural haver as duas partes, mas usando o bom senso o que seria melhor.

OUVIDORIA – Para mostrar transparência de fato, participação popular, boa vontade em atender e ouvir a população (nada daquela demagogia de “estamos com as portas abertas”, porque até agora nunca aconteceu), o Executivo e Legislativo, podiam criar uma Ouvidoria ou um Livro de Opiniões, à vista na Recepção, onde os cidadãos e funcionários pudessem registrar suas opiniões, sugestões, queixas, elogios, reivindicações, etc.

E que esse conteúdo fosse analisado pelos seus gestores, tivessem em reuniões semanais com os funcionários e mensais com a comunidade, explicadas, reconhecidas, enfim atendidas desde que com justiça, igualdade e neutralidade. Isso feito a população agradeceria, reconheceria a tão falada transparência e daria credibilidade, por estar de fato participando da administração.

A comunidade cobra, faz postagens, usa a Tribuna Livre, na Câmara Municipal mas não tem respostas às suas reclamações, queixas ou reivindicações. É o eterno sistema: “Eu sou contra vou debater”; ou  “sou da base do prefeito, vou fazer o que ele pedir ou pediu o que quer que eu faça”. Isso não é legislar, é confrontar. Qual a razão de não se aplicar a razão? Para mostrar que a maioria ganha? E o município? E o povo? A maioria ganha, não resta dúvida, mas o povo é a maioria e podem não reelegerem votando em novos personagens. E daí? A maioria ganha!

O que mais parece tudo isso é troca de favores… de vantagens pessoais, conforme comentários que se vê nas redes sociais, que não são nada louváveis…

IMAGEM – Se houver vontade e determinação, podemos mudar a imagem de hoje. Vejamos as cidades vizinhas. Todas cuidadas, floridas, limpas… E a nossa como está? Nossas praças, nossas ruas, limpeza urbana, rescisões trabalhistas, como estão?

Nós podemos sim dar um basta nisso e dar uma imagem política melhor à nossa cidade. Jeito há e para isso temos a força do povo, que pode exigir diante dos impostos que paga. Ou vamos seguir o princípio do nada feito?   Continuar naquela de “contra força não há resistência?”

Mesmo sendo o Brasil, o único país, “onde não se tem direito ao direito que tem”, podemos polarizar atenções, podemos exigir e vencer pela persistência. Vereadores e Executivo terão que atender. As eleições estão próximas, os tapinhas nos ombros já começaram, então vamos pressionar, lembrá-los de são os representantes do povo e como tal, dependem da vontade do povo. O mesmo povo que elege derruba!

Meus senhores, senhoras  ituramenses: Não mencionei nada sobre ninguém. E nem tenho autorização para isso. Só procurei DIZER O QUE NÓS PODEMOS FAZER POR ITURAMA. Isto porque os reais donos de Iturama é seu povo e não os políticos que têm um cargo transitório e que apesar de gestores, devem respeito ao povo. Este é o nosso grito:

Administrar com parcimônia, sabedoria, honestidade, pulso forte mas com justiça, com legalidade e sem protecionismo; elevar Iturama acima das picuinhas; resgatar o orgulho de ser ituramense, resgatar a alegria e a confiança de mostrarmos nossa cidade a quem quer que seja, batendo no peito bradando: “Esta é a minha cidade, meu lar e minha família”!

Vamos dar nosso grito de guerra: – ITURAMA É MINHA TERRA E MEU ORGULHO! VAMOS CAMINHAR SEMPRE PARA FRENTE E PARA O ALTO!

Quem concordar emita sua opinião! Abraços!

 

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