Objetos estavam com o sobrinho de Chico, Caio Xavier, que faleceu e confiou os itens ao jornalista Saulo Gomes, responsável pela doação — Foto: Carlos Vitor de Souza/Arquivo Pessoal

O Memorial Chico Xavier prorrogou o término da exposição com peças inéditas usadas pelo médium na época em que vivia em Pedro Leopoldo, cidade natal dele. A visitação iria até 29 de setembro, mas foi estendida devido a demanda de visitantes. Não há data definida para o término.

Doze peças estão à mostra, entre elas uma das primeiras máquinas de escrever usada pelo espírita. Outros itens como penteadeira, mesa, banco, cadeira e rádio integram o catálogo.

“Foi o sobrinho do Chico, Caio Gonçalves Xavier, que guardou todo esse material. Caio morreu há pouco tempo. Antes disso, me entregou esse acervo. O Memorial é o melhor lugar para essas peças”, conta o jornalista Saulo Gomes, responsável pela doação.

Conforme o coordenador do Memorial, o museólogo Carlos Vitor de Souza, o processo de deterioração das peças já foi estabilizado por estarem em um lugar seguro, dentro de uma vitrine. “Por isso, vamos deixá-las por mais tempo para visitação”, explicou.

Posteriormente, os objetos serão restaurados e irão compor o acervo permanente do Memorial.

O museu fica aberto ao público de terça-feira a domingo, das 13h às 18 h, na Avenida João XXIII, 2011, no Bairro Parque das Américas. A entrada é gratuita.

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