PLANOS DE ONTEM EM APLICAÇÃO HOJE? UM PARALELO?

Quem acompanhou, viveu e viu; e hoje pensando com neutralidade de sentimentos políticos ou partidários, sabe que o movimento contra o governo Bolsonaro, é o mesmo que motivou a intervenção militar no Brasil em 1964.

O cenário da época era semelhante ao de hoje, como: desestabilidade política, inflação, esgotamento de investimentos do governo, desigualdade social e intensas movimentações em torno da Reforma de Base e Agrária em 1964 de Jango Goulart. E agora a Reforma da Previdência e Projeto Anti Crime de Bolsonaro (2019), são linhas paralelas?

Se uma Reforma sería, nos diversos setores como bancário, eleitoral, universitária e do estatuto do capital estrangeiro; e que pela eleitoral, o Partido Comunista gozaria de privilégios na implantação de suas ideologias, a Reforma de agora pretendida, em confrontos de entendimento e de solução, que prevê cortes de benefícios a parlamentares que não querem perder seus direitos, mesmo que abusivos e implantados depois de 1985 não parecem similares? Sem falar sobre a Reforma Agrária, que provocou histeria à esquerda que estando organizada e unida, apresentava sutilmente, em todo território brasileiro seus objetivos com manifestações populares, cartazes, envolvimento da imprensa, especulando, explorando, desmoralizando ações e declarações do governo, como fazem agora e com mais ênfase pelo sistema moderno da informática.

A exemplo disso, vemos os estudantes – principalmente os universitários – (docentes e discentes); parte da Imprensa e políticos que torcendo algumas informações com interpretações próprias e estudadas, procuram incutir suas ideologias à população.

Se naquela época, e para defesa do sistema agropecuário e do direito à propriedade, surgiu a União Democrática Ruralista (UDR), de Ronaldo Caiado; hoje para defender integralmente o Brasil, de um regime estranho e nada condizente com o povo brasileiro, que sempre lutou pela liberdade, democracia consciente, temos novas expressões militares. Diante portanto desse cenário repetido e com mais modernidade e recursos, pode acontecer,  como em 1964 um conflito social e ideológico.

Se a esquerda daquele ontem era formada por grupos diversos, como comunistas, católicos, militares de diferentes ordens, estudantes, sindicalistas entre outros, hoje não é diferente.

Frente a esse desencontro entre os grupos de direita e de esquerda durante o Governo de Jango, o golpe começou a ser elaborado pelos grupos conservadores e pelas Forças Armadas em diálogo com os EUA através da CIA (Agência Central de Inteligência). Outro ponto a considerar é que para desmoronar o governo da época (Jango), houve financiamentos pela esquerda e de forma ilegal, de campanhas de candidatos de oposição ao governo, financiadas pelo empresariado nacional e estrangeiro.

Hoje também vem acontecendo o mesmo. Mostras disso temos resultados apontados pela Lava Jato, como Odebrecht, Gutierrez, JBS, Petrobras, Queiroz Galvão, OAS, entre outras.

Então, meus amigos, o que pode acontecer? Está acontecendo a condução governmental e vontade popular de derrubar organizações, mentores e o avanço do sistema que ainda almeja o Poder e continuidade de ações negativas ao povo, ao Brasil e ao Progresso e perpetuar no comando satisfazendo interesses próprios, como o fizeram até 1.964.

Não queremos comoção social. É improdutivo! Queremos paz, harmonia política, progresso e um povo livre e feliz.

Que o governo Bolsonaro, em aprendendo que caserna é diferente de Nação e ponderando seu entusiasmo e disciplina militar, não extrapole em suas ações.

Não queremos que aconteça como aconteceu com Jango Goulart, que na época e pelas circunstâncias, passou por cima das autoridades militares responsáveis, dando assim, o último elemento necessário à realização do golpe de 1964.

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