Pseudo Atêrro Sanitário pede ação das autoridades que zelam pelo Meio Ambiente

Por descaso com o Aterro Sanitário e por falta de pagamento à àrea locada, Prefeitura de Iturama arca com ação de despejo

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Em reunião da Câmara Municipal, em 1º de abril (e não foi mentira), foi apresentado um vídeo, mostrando aos vereadores e ao público assistente, o estado vergonhoso que se encontra o local que devia ser um “aterro sanitário controlado”, transformado em um Lixão agredindo gravemente o Meio Ambiente, contaminando o lençol freático, poluindo o Córrego Cipó, prejudicando áreas rurais periféricas, de ser criadouro de moscas, focos de mosquitos que podem ser transmissores de doenças várias, de animais peçonhentos e acima de tudo um PERIGO À SAÚDE PÚBLICA.

Esse aterro, ou melhor Lixão, fica na divisa dos municípios Iturama e União de Minas. Um terreno alugado pela prefeitura municipal de Iturama, mas que com o advento da nova administração, foi delegado ao descaso, simplesmente por efeito político-pessoal. Aquela velha rixa: “Isso foi coisa do prefeito anterior, por isso não vou cuidar”, ou seja: picuinhas políticas de políticos mal formados e animados pelo egoísmo do poder!

Consequência dessa “mentalidade tacanha”, (como dizem), o local alugado, está desde janeiro de 2017 sem os pagamentos devidos de locação. Mesmo com insistência, o Chefe do Executivo não autoriza o pagamento, não cuida do aterro, não paga as multas lavradas pela Polícia Ambiental, não responde aos reclamos feitos.

Junto ao proprietário da área locada à Prefeitura, colhemos documentação que constitui em Ação de Despejo com prazo de 15 dias, a partir de 28 de fevereiro de 2019, conforme despacho do MM Juiz de Direito da Comarca de Iturama, Dr. Roberto Bertoldo Garcia.

Essa documentação foi entregue também a cada um dos 13 vereadores, que manifestaram a favor do proprietário da área, Cláudio Ferreira da Maia, prometendo agirem junto ao Prefeito Municipal.

Os vereadores, Dra. Ana Lúcia Menezes dos Santos e Ricardo Oliveira de Freitas, afirmaram irem ao Ministério Público (hoje, 2/04/19), pedirem urgentes providências a respeito.

 

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