MEU KANTINHO

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O TEMPO PASSA…
Hoje, comemoro os 51 anos do jornal O Pontal. Fico pensando quantas palavras já escrevi nestes 612 meses… Ufa! Uma história vivida e escrita aqui desde 15 de março de 1968.
Iturama, de então, já despontava com toda a sua juventude e pujança, para a grandiosa cidade que é hoje. Pessoas, atos e fatos sociais e administrativos,eram todos em prol do crescimento, desenvolvimento e produtividade. Era um afã de ver a cidade no pódio vibrando com a vitória esperada, com a vitória que chegou, com o progresso que alcançou, com a sociedade que evoluiu!
Quantas vezes na avenida Rio Grande, carros atolavam em dias de chuva; A iluminação da cidade no tempo de Juca Pádua; da Casa Triângulo que à sua frente era o caminho para o então distrito de Carneirinhos e Mato Grosso (que ainda não era do Sul).Da Pensão da Dona Tuta; Da Padaria do Clarismindo que também era o ponto de “jardineira”, do Domingos Preto. Das Lojas do Anahides e de Josafá (As Paulistanas) e as “brigas” concorrendo uma com a outra. E quem ganhava era quem comprava. Bastava falar: “Ali eu achei mais barato” e pronto! O preço baixava! Da Farmácia do Jazinho, que foi Oficial Administrativo, prefeito por uns dias, e farmacêutico, além de “conselheiro”.
Do Campo de Aviação (não se falava aeroporto) ainda na Praça Dona Francisca e depois onde hoje é a Avenida Juca Pádua e dos tecos-tecos Cesna, do Zé Moisés ou Zé Bolão e do Toninho Garrido; do cine Cacique e a “lanterninha” do Zé Bolão, “iluminando e verificando” os casais. Tantas outras coisas…
Depois com espirito de modernidade veio aos poucos o asfalto, a iluminação, mais comércio e num crescendo diacrônico chegou ao píncaro da gloria comercial, industrial, social e intelectual. Essa é a Iturama de hoje!
Pena que por razões “que ninguém conhece”, está perdendo seu brilho, sua prosperidade administrativa, perdendo oportunidades, além da existência de desagrado à sociedade com queixas e queixas sobre várias áreas ou setores.
Dizem que ao subirmos até o último degrau de uma escada, as alternativas e de lá pararmos ou descermos.
Vim para Iturama com 36 anos de idade. Hoje tenho praticamente 88. Não quero ver Iturama descer. Quero torcer para aumentar degraus e ela ir mais alto! Iturama merece subir sempre e sempre!
Quero, pelo menos desejo, escrever mais sobre seu desenvolvimento e sobre a alegria de seu povo por viver aqui!
Por fim meus amigos e amigas, se o Jornal O Pontal era feito naquela época, letra por letra em composição manual, hoje com a evolução, é em sistema digital, para um alcance maior e por acompanhar a modernidade eletrônica. Então, em vez de receber, O Pontal, parabeniza Iturama por tudo que ela é, por tudo que ela oferece e pela solidariedade de seu povo sempre batalhador e esperançoso de dias melhores.
Atenciosamente,
www.jornalopontal.com.br

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